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  • Terça-feira, 15 de outubro de 2019
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VW Scirocco. É melhor que o Golf GTI

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Aproximadamente 34 anos depois do lançamento do original, um totalmente novo Volkswagen Scirocco está pronto para revitalizar o morno segmento dos cupês compactos.


O projeto foi iniciado pelo ex-presidente da marca, Wolfgang Bernhard, que era tão bom em cortar custos que o Scirocco não é significantemente mais caro que o correspondente Golf. De fato, na Europa, o Scirocco topo de linha custa o mesmo que um GTI duas portas, e usa o mesmo motor turbo de 200 cv de potência.

Cerca de cinco cm mais largo e sete cm menor que um GTI, o Scirocco tem um pouco mais de presença, um estilo mais forte e um visual bastante agressivo para um Volkswagen.


A grade frontal horizontal, a larga e baixa entrada de ar no pára-choque e o farol ligeiramente diagonal-retangular estabelecem um design que irá se espalhar pela linha da Volkswagen. O carro fica ainda melhor com as rodas de 18 polegadas, a suspensão esportiva rebaixada, os vidros escurecidos e a cor viper-green (verde-cobra), trazida do original de 1970.

Teoricamente, o Scirocco é um carro para quatro passageiros, mas o acesso à parte de trás é comprometido pelo baixo teto. O vão é limitado e o corpo afinado do modelo aperta o espaço interno. O motorista e o passageiro da frente, entretanto, aproveitam um banco generoso, com bastante suporte lateral e ergonomia que os fazem se sentir em casa.


O delicado velocímetro é emprestado do Eos, mas o revestimento único das portas e os excelentes bancos esportivos dão ao cockpit do Scirocco uma identidade dinâmica própria. Infelizmente, a visão frontal do motorista fica comprometida pela grande coluna ?A? e a visão traseira é obstruída pelos apoios de cabeça fixos e larga coluna ?C?.

Na Europa, os fãs do Scirocco podem escolher entre três tipos de motores à gasolina e dois a diesel, todos turbo e com injeção direta. Nós testamos as versões equipadas com o 1.4 de 160 cv e o 2.0 de quatro cilindros que gera 200 cv de potência.


Deixando de lado a óbvia diferença na performance (8 segundos versus 7,2 segundos na aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima de 218 km/h ante 234 km/h) e na economia (aproximadamente 15% melhor com o motor 1.4), os dois modelos também apresentam diferentes configurações.


O item opcional DCC (iniciais de controle dinâmico de chassi, em inglês) modula a calibração dos amortecedores e da direção, mas não a resposta de fluxo de combustível ou a configuração das trocas de marchas do opcional DSG (transmissão de dupla embreagem). Num desafio nas pistas, não há muito que separa um Golf GTI e um Scirocco 2.0. Mas, no final do dia, o novo cupê leva vantagem por possuir bitolas mais largas, um centro de gravidade mais baixo e ser ligeiramente mais leve.

Dito isto, o Scirocco 1.4 pode ser mais estimado. Numa forma mais relaxada de guiar, é tranqüilo, refinado e controlado. Quando exigido de forma mais forte, imediatamente mostra o seu gene esportivo, sua considerável dirigibilidade habilidosa e seu forte talento para segurar na pista. O Scirocco 2.0 é mais energético, mas também é mais barulhento e um pouco mais áspero. Tende a seguir as ranhuras da pista e tem um comportamento quase impaciente.


Infelizmente para os entusiastas brasileiros, escolher o melhor Scirocco é, ao menos por enquanto, um exercício acadêmico. A Volkswagen do Brasil ainda pode aderir ao ?movimento? Scirocco, mas até agora é apenas um desejo.







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